Concordo que o maior engajamento no escotismo esteja nesses cenários (eu, inclusive, vim pelo meu filho), mas acho que podemos romper essa bolha um pouco. Talvez se focarmos em fazer mais divulgações e criar "vivências escoteiras" - como temos na minha UEL - onde adultos que não foram membros juvenis têm a oportunidade de experimentar algumas atividades tipicamente escoteiras, poderíamos alcançar aqueles adultos que sempre foram interessados no movimento mas por circunstâncias diversas não tiveram essa oportunidade.