Acho que uma solução seria começar a inseri-los mais no ambiente das atividades. Aproveitar que estão presentes e próximos das aplicações para convidá-los a ajudar, deslocando material, preparando material, participando em rodas de canção, etc. Daí nascerão o sentido de utilidade e também a curiosidade sobre o motivo de ser aplicada daquela maneira, porque isso é específico para esses jovens(quando falamos das diferenciações dos ramos). Aos poucos eles vão participando de atividades mais complexas, mesmo como apoio, se voluntariam a ajudar os chefes ou outros ramos e mais pra frente seguem com o ciclo de vida do adulto (Promessa, capacitações,...) ou continuam como apoio.